Nem as estrelas mais brilhantes vivem sozinhas S2

Foi o que constatou um estudo recente do ESO. O Very Large Telescope mostrou que a maioria das estrelas brilhantes e de massa elevada, responsáveis pela evolução das galáxias, não vivem sozinhas.

Quase três quartos destas estrelas têm uma companheira próxima (contestando antigas suposições). Só que a maior parte desses pares interage de forma pouco agradável: uma estrela pode “sugar” a massa de outra, e essa transferência de massa geralmente ocorre de forma violenta.

Segundo estudo de Selma de Mink, “se duas estrelas orbitam muito próximas uma da outra, poderão eventualmente fundir-se. Mas mesmo que isso não aconteça, uma das estrelas normalmente retira matéria da superfície da outra”.

Portanto, esses pares de estrelas podem, sim, se fundirem, formando uma única estrela, “até que a morte as separe”.

Foto Artística

Fonte: ESO

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